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Você sabia que das 150 melhores empresas para trabalhar no ranking 2018 da Great Place to Work divulgado pela revista Época Negócios em setembro, 81% oferecem bolsas para graduação, 73% oferecem bolsas para estudo de línguas e 52% investem em universidade corporativa? E que dessas 150 empresas apenas oito são da área de saúde enquanto 30 integram o mercado de tecnologia da informação?

Tendência muito bem vista pelos colaboradores brasileiros, a capacitação profissional e a educação continuada ofertadas pelos empregadores geram engajamento e motivação dentro dos times, contribuindo tanto para a melhoria do clima organizacional quanto para a garantia de uma equipe mais produtiva e integrada. E, na área de saúde, a capacitação extrapola o ambiente profissional gerando reflexos diretos na experiência do paciente que, ao buscar atendimento, encontra equipes mais atenciosas e coesas na busca pelos melhores tratamentos e resultados.

“É com cursos de capacitação e atualização na área de saúde que conseguimos melhorar a qualidade da assistência ao paciente ao mesmo tempo em que otimizamos os recursos disponíveis para alavancar os indicadores financeiros”, explica Joelma Paes, sócia da Lazulli Academy.

Produzido pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), o estudo “O retrato do treinamento no Brasil” afirma que a gestão do conhecimento é uma das principais bases da vantagem competitiva principalmente em um ambiente de negócios onde há muito dinamismo e uma necessidade latente por profissionais cada vez mais capacitados.

Com os ambientes de saúde tão multidisciplinares, democratizar o ensino a fim de garantir que todos os envolvidos no atendimento ao paciente possuam o mesmo nível de conhecimento faz com que o resultado seja muito mais proveitoso. Quando médicos e enfermeiros, por exemplo, estão igualmente atualizados quanto a novos protocolos e procedimentos, o paciente receberá um atendimento muito mais preciso e ajustado às novas tendências de saúde. “É importante ofertar conteúdo baseado em normas internas, protocolos e diretrizes que assegurem que o corpo clínico ofereça assistência com qualidade, respeito e carinho”, comenta Simone Tamura, sócia da Lazulli Academy, sobre a importância da transmissão de um conteúdo direcionado por meio de uma plataforma efetiva.

Crescimento histórico no ensino à distância – Segundo o Censo EAD, um relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil produzido pela Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), uma análise histórica revela que depois de uma rápida ascensão entre 2009 e 2012, quando houve um boom na criação de instituições formadoras em ensino a distância, o ano de 2017 assistiu a um novo crescimento bastante significativo: em 2016 eram 561 mil alunos matriculados em cursos regulamentados totalmente a distância e, em 2017, esse número saltou para 1,3 milhão.

Com a melhoria significativa das plataformas virtuais, a tendência é que cada vez mais pessoas estejam interessadas em investir em cursos e capacitações dentro do ambiente online. Foi pensando em otimizar este tipo de ensino que a Lazulli Academy optou por integrar inteligência artificial à sua plataforma. “Com o uso da inteligência artificial é possível analisar a eficácia da assistência, além de realizar reciclagens de uma forma muito mais personalizada de acordo com o perfil de cada funcionário. Assim, as horas de treinamento não são aplicadas apenas para certificação de que o conteúdo foi transmitido, mas para a garantia de que esse conteúdo foi transmitido, compreendido e aplicado por cada funcionário a cada paciente por ele atendido”, finaliza Simone.

Se uma das vantagens já identificadas do investimento em cursos à distância está no respeito pela velocidade e capacidade de cada aluno, quando há o envolvimento de inteligência artificial analisando cada comportamento individual para então ofertar aquele conteúdo da melhor forma essa vantagem se multiplica consideravelmente.

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